O satélite aposentado Rosat (sigla de Roentgen Satellite) vai entrar na atmosfera terrestre e se partir em pedaços entre sábado (22) e segunda-feira (24). A informação vem do Centro Espacial Alemão, que não determinou a hora da queda.
O Rosat é de pequena dimensão --tem o tamanho de uma minivan-- e orbita a Terra a cada 90 minutos. Ele vai fazer a reentrada a uma velocidade de 28 mil quilômetros por hora.
Lançado em 1990 e desligado nove anos depois, desde então o Rosat fica girando ao redor do nosso planeta sem muito o que fazer. Mas as aparências podem enganar.
O satélite foi um dos primeiros a vasculhar o espaço e pesquisar os buracos negros e as estrelas de nêutrons.
As chances de um estilhaço acertar uma pessoa na Terra é pequeno. Pelo cálculo da agência alemã, apenas 1 em 14 trilhões de terráqueos teria essa infelicidade.
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
EUA Boicotaram Programa Espacial Brasileiro!!!
Telegramas confidenciais do Itamaraty revelam que os EUA promoveram embargo e "abortaram" a venda, por outros países, de tecnologia considerada essencial para o programa espacial brasileiro na década de 1990.
O projeto Folha Transparência divulga em seu site a partir de hoje 101 telegramas confidenciais inéditos da diplomacia brasileira, que tratam dos programas brasileiros espacial e nuclear.
A pressão norte-americana sobre o projeto espacial já foi ressaltada por especialistas brasileiros ao longo dos anos, e um telegrama do Wikileaks divulgado em 2010 indica que ela ainda ocorria em 2009.
O Itamaraty incluiu o bloqueio dos EUA como um dos motivos para o atraso na entrega do VLS (Veículo Lançador de Satélites), que deveria estar pronto em 1989. O primeiro teste de voo foi em 1997.
Além do VLS, o programa espacial previa a construção de quatro satélites, dois para coleta de dados e dois para sensoriamento remoto.
O atual reitor do ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica), informou ao Itamaraty que os EUA negaram o pedido para importar transmissores para uso em foguetes brasileiros.
José Israel Vargas, ministro da Ciência e Tecnologia entre 1992 e 1998, confirmou as gestões dos EUA para prejudicar o programa espacial brasileiro.
"Houve sim pressão americana para qualquer desenvolvimento de foguetes, contra nós e todo mundo [que o fizesse]." Segundo ele, países avançados na área, que ajudavam outros a criar seus programas espaciais, como a França fez com o Brasil, também eram pressionados.
O Internauta Theo Wolfgang fez o seguinte comentário:
QUEM BOICOTA OS BRASILEIROS SÃO OS PRÓPRIOS BRASILEIROS. Se fôssemos um país SÉRIO, não precisaríamos de outros países para desenvolver nossos projetos. NINGUÉM NOS PODERIA BOICOTAR. O que nos boicota é essa nossa MANEIRA DE SER. Enquanto não mudarmos, não mudaremos (!!!).
APOIADO!
O projeto Folha Transparência divulga em seu site a partir de hoje 101 telegramas confidenciais inéditos da diplomacia brasileira, que tratam dos programas brasileiros espacial e nuclear.
A pressão norte-americana sobre o projeto espacial já foi ressaltada por especialistas brasileiros ao longo dos anos, e um telegrama do Wikileaks divulgado em 2010 indica que ela ainda ocorria em 2009.
O Itamaraty incluiu o bloqueio dos EUA como um dos motivos para o atraso na entrega do VLS (Veículo Lançador de Satélites), que deveria estar pronto em 1989. O primeiro teste de voo foi em 1997.
Além do VLS, o programa espacial previa a construção de quatro satélites, dois para coleta de dados e dois para sensoriamento remoto.
O atual reitor do ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica), informou ao Itamaraty que os EUA negaram o pedido para importar transmissores para uso em foguetes brasileiros.
José Israel Vargas, ministro da Ciência e Tecnologia entre 1992 e 1998, confirmou as gestões dos EUA para prejudicar o programa espacial brasileiro.
"Houve sim pressão americana para qualquer desenvolvimento de foguetes, contra nós e todo mundo [que o fizesse]." Segundo ele, países avançados na área, que ajudavam outros a criar seus programas espaciais, como a França fez com o Brasil, também eram pressionados.
O Internauta Theo Wolfgang fez o seguinte comentário:
QUEM BOICOTA OS BRASILEIROS SÃO OS PRÓPRIOS BRASILEIROS. Se fôssemos um país SÉRIO, não precisaríamos de outros países para desenvolver nossos projetos. NINGUÉM NOS PODERIA BOICOTAR. O que nos boicota é essa nossa MANEIRA DE SER. Enquanto não mudarmos, não mudaremos (!!!).
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sexta-feira, 7 de outubro de 2011
Nebulosa do Caranguejo volta a Surpreender!
A Nebulosa do Caranguejo agitou a comunidade científica após a descoberta de que a energia que emana de seu interior é muito maior que a calculada até agora, questionando os modelos teóricos da Física, segundo um estudo publicado nesta quinta-feira na revista Science.
Uma equipe internacional de cientistas do departamento de Física da Universidade de Washington, na cidade americana de Saint Louis, detectou que a intensidade de raios gama emitida pelo pulsar (estrela de nêutrons) do coração da nebulosa é muito superior à que os modelos teóricos comuns podem explicar.
Os cientistas, que utilizaram os dados obtidos pelos potentes telescópios que formam o complexo de observação Veritas, situado no Arizona, detectaram que a estrela de nêutrons tem energia superior a 100 bilhões de elétrons-volt (GeV).
Este número é muito superior aos 25 bilhões de elétrons-volt que até agora era o máximo de energia detectado pelo Veritas.
Os telescópios utilizam grandes espelhos e câmeras ultra-rápidas para detectar os brevíssimos brilhos de luz azulada (luz Cherenkov) produzidos pelas cascatas de partículas subatômicas geradas na interação dos raios gama de energia muito alta com a atmosfera.
"Estamos diante de algumas forças extremas e estas observações mostram que nossas teorias não encaixam e que sabemos menos sobre os pulsares do que pensávamos", indica Henric Krawczynski, astrofísico e um dos autores do estudo.
O pulsar da Nebulosa do Caranguejo é o vestígio da explosão de uma supernova registrada na Terra em 1054.
Uma equipe internacional de cientistas do departamento de Física da Universidade de Washington, na cidade americana de Saint Louis, detectou que a intensidade de raios gama emitida pelo pulsar (estrela de nêutrons) do coração da nebulosa é muito superior à que os modelos teóricos comuns podem explicar.
Os cientistas, que utilizaram os dados obtidos pelos potentes telescópios que formam o complexo de observação Veritas, situado no Arizona, detectaram que a estrela de nêutrons tem energia superior a 100 bilhões de elétrons-volt (GeV).
Este número é muito superior aos 25 bilhões de elétrons-volt que até agora era o máximo de energia detectado pelo Veritas.
Os telescópios utilizam grandes espelhos e câmeras ultra-rápidas para detectar os brevíssimos brilhos de luz azulada (luz Cherenkov) produzidos pelas cascatas de partículas subatômicas geradas na interação dos raios gama de energia muito alta com a atmosfera.
"Estamos diante de algumas forças extremas e estas observações mostram que nossas teorias não encaixam e que sabemos menos sobre os pulsares do que pensávamos", indica Henric Krawczynski, astrofísico e um dos autores do estudo.
O pulsar da Nebulosa do Caranguejo é o vestígio da explosão de uma supernova registrada na Terra em 1054.
Camada de Ozônio em Vênus!!!
Uma sonda da ESA (Agência Espacial Europeia) descobriu a existência de uma camada de ozônio no planeta Vênus, o que permitirá avanços nas investigações sobre a ocorrência de vida fora da Terra.A descoberta da Venus Express aconteceu quando a sonda permitiu a observação de estrelas situadas perto do planeta e por meio de sua atmosfera, segundo comunicado da ESA.
O ozônio pôde ser detectado porque absorveu parte dos raios ultravioletas procedentes de algumas dessas estrelas observadas.
Um dos cientistas responsáveis pela missão declarou que o achado permite entender a química de Vênus e, além disso, pode servir na busca de vida em outros planetas.
O ozônio contém três átomos de oxigênio. O do planeta estudado se forma quando a luz do sol rompe as moléculas de dióxido de carbono da atmosfera e permite a liberação de átomos de oxigênio. O elemento já tinha sido encontrado antes na Terra e em Marte.
Em nosso planeta, sua importância é fundamental para a vida porque absorve grande parte dos raios ultravioletas do sol.
Os cientistas consideram que isso permitiu que a vida surgisse na Terra, onde o oxigênio começou a se formar há aproximadamente 2,4 bilhões de anos, ressaltou a ESA.
O ozônio pôde ser detectado porque absorveu parte dos raios ultravioletas procedentes de algumas dessas estrelas observadas.
Um dos cientistas responsáveis pela missão declarou que o achado permite entender a química de Vênus e, além disso, pode servir na busca de vida em outros planetas.
O ozônio contém três átomos de oxigênio. O do planeta estudado se forma quando a luz do sol rompe as moléculas de dióxido de carbono da atmosfera e permite a liberação de átomos de oxigênio. O elemento já tinha sido encontrado antes na Terra e em Marte.
Em nosso planeta, sua importância é fundamental para a vida porque absorve grande parte dos raios ultravioletas do sol.
Os cientistas consideram que isso permitiu que a vida surgisse na Terra, onde o oxigênio começou a se formar há aproximadamente 2,4 bilhões de anos, ressaltou a ESA.
terça-feira, 4 de outubro de 2011
Telescópio ALMA Inicia Suas Atividades!
Um dos observatórios terrestres mais complexos iniciou oficialmente seus trabalhos de prospecção estelar. A Alma (sigla em inglês de Atacama Large Millimeter Array) captou a primeira imagem do espaço, que não poderia ser observada por telescópios ópticos ou infravermelhos.
A foto das galáxias Antena --um par de galáxias em colisão que se apresentam de forma muito distorcida-- feita pelo Alma revela algo que não pode ser visto no óptico: as nuvens de gás frio e denso a partir das quais se formam as novas estrelas.
Ela também mostra enormes concentrações de gás não apenas nos centros das duas galáxias mas também na região caótica onde elas colidem. Ali a quantidade total de gás corresponde a bilhões de vezes a massa do nosso Sol --uma espécie de reservatório rico em matéria para gerações futuras de estrelas.
Cientistas do mundo todo competiram entre si para estar entre os primeiros a explorar com a nova ferramenta astronômica alguns dos mais escuros, mais frios, mais longínquos e mais escondidos segredos do cosmos.
Ainda em construção, a Alma tem apenas um terço das 66 antenas de rádio previstas em seu projeto. O complexo encontra-se no planalto do Chajnantor, ao norte do Chile, a uma altitude de 5.000 metros.
O Alma observa o Universo nos comprimentos de onda do milímetro e submilímetro, aproximadamente mil vezes maiores que os comprimentos de onda da radiação visível.
Utilizando estes comprimentos de onda maiores, os astrônomos podem estudar objetos no espaço extremamente frios --tais como as nuvens densas de gás e poeira cósmicas, a partir das quais se formam estrelas e planetas-- assim como objetos muito distantes, situados no Universo primitivo.
A foto das galáxias Antena --um par de galáxias em colisão que se apresentam de forma muito distorcida-- feita pelo Alma revela algo que não pode ser visto no óptico: as nuvens de gás frio e denso a partir das quais se formam as novas estrelas.
Ela também mostra enormes concentrações de gás não apenas nos centros das duas galáxias mas também na região caótica onde elas colidem. Ali a quantidade total de gás corresponde a bilhões de vezes a massa do nosso Sol --uma espécie de reservatório rico em matéria para gerações futuras de estrelas.
Cientistas do mundo todo competiram entre si para estar entre os primeiros a explorar com a nova ferramenta astronômica alguns dos mais escuros, mais frios, mais longínquos e mais escondidos segredos do cosmos.
Ainda em construção, a Alma tem apenas um terço das 66 antenas de rádio previstas em seu projeto. O complexo encontra-se no planalto do Chajnantor, ao norte do Chile, a uma altitude de 5.000 metros.
O Alma observa o Universo nos comprimentos de onda do milímetro e submilímetro, aproximadamente mil vezes maiores que os comprimentos de onda da radiação visível.
Utilizando estes comprimentos de onda maiores, os astrônomos podem estudar objetos no espaço extremamente frios --tais como as nuvens densas de gás e poeira cósmicas, a partir das quais se formam estrelas e planetas-- assim como objetos muito distantes, situados no Universo primitivo.
Prêmio Nobel Vai Para "Expansão do Universo"!
A Real Academia de Ciências da Suécia anunciou na manhã desta terça-feira os vencedores do prêmio Nobel de Física de 2001.Ganharam os americanos Saul Perlmutter e Brian Schmidt e o também americano Adam Riess, que possui a cidadania australiana, pela descoberta da expansão acelerada do Universo por meio de observações de supernovas distantes.
A descoberta da expansão acelerada do Universo foi possível através da observação de um tipo muito especial de supernova: a supernova Ia.
Trata-se da explosão de uma estrela muito antiga e compacta, tão pesada quanto o Sol, mas de tamanho relativamente pequeno, como o da Terra. Uma única supernova pode emitir, durante algumas semanas, tanta luz quanto uma galáxia inteira.
Os dois times de pesquisa descobriram mais de 50 dessas supernova e detectaram que a luz delas era mais fraca do que o esperado, um sinal de que a expansão do Universo estava acelerando.
Embora os resultados contrariassem todas as previsões, ambos os grupos chegaram às mesmas conclusões sobre a aceleração.
Acredita-se que o fenômeno seja causado pela energia escura, que compõe cerca de 70% do Universo e sobre a qual ainda quase não se sabe nada.
O Nobel é entregue desde 1901 a personalidades de destaque nas áreas de ciências, literatura e paz, conforme estipulado no testamento do empresário Alfred Nobel, inventor da dinamite.
A descoberta da expansão acelerada do Universo foi possível através da observação de um tipo muito especial de supernova: a supernova Ia.
Trata-se da explosão de uma estrela muito antiga e compacta, tão pesada quanto o Sol, mas de tamanho relativamente pequeno, como o da Terra. Uma única supernova pode emitir, durante algumas semanas, tanta luz quanto uma galáxia inteira.
Os dois times de pesquisa descobriram mais de 50 dessas supernova e detectaram que a luz delas era mais fraca do que o esperado, um sinal de que a expansão do Universo estava acelerando.
Embora os resultados contrariassem todas as previsões, ambos os grupos chegaram às mesmas conclusões sobre a aceleração.
Acredita-se que o fenômeno seja causado pela energia escura, que compõe cerca de 70% do Universo e sobre a qual ainda quase não se sabe nada.
O Nobel é entregue desde 1901 a personalidades de destaque nas áreas de ciências, literatura e paz, conforme estipulado no testamento do empresário Alfred Nobel, inventor da dinamite.
domingo, 2 de outubro de 2011
Quantos Asteróides Ameaçam a Terra?
A quantidade de asteroides de porte médio que se encontram relativamente perto da Terra é bem menor do que o estipulado anteriormente. São cerca de 19.500 objetos, divulgou nesta quinta-feira a Nasa (agência americana), com base em dados coletados pelo telescópio espacial Wise.Parece muito, mas é bem menos do que os 35 mil asteroides previstos inicialmente pelos cientistas.
Agora, eles querem saber quantos desses 19.500 representam perigo real para o planeta e quais são apenas objetos flutuando no espaço.
Para se ter uma ideia, a Nasa considera como asteroides de porte médio aqueles com tamanho variável entre cem metros e um quilômetro. O suficiente para destruir uma área metropolitana.
Para chegar a essa quantificação, a Nasa estudou rochas espaciais que se encontram em órbita a partir de 195 milhões de quilômetros do Sol até o entorno da Terra. O "censo espacial" é realizado pelo programa espacial Neowise, do JET (Laboratório de Propulsão a Jato).
A boa notícia é que o número de asteroides de grande porte também diminuiu nessa última revisão de dados, caindo de mil para 981 objetos --a maior parte, ou 911, já foi identificada.
Mas nenhum desses "gigantes espaciais" coloca em perigo a Terra por pelo menos os próximos séculos, afirma a Nasa.
"O risco de um asteroide realmente grande impactar a Terra [como o que levou à extinção dos dinossauros] antes de podermos localizá-lo e darmos o alerta foi substancialmente reduzido", comentou Tim Spahr, um dos diretores do Centro Harvard Smithsonian para a Astrofísica, em Cambridge, em Massachussets, nos EUA.
Pelas contas atuais da Nasa, já foram achados 5.200 asteroides com um quilômetro ou acima disso, e outros 15 mil ainda têm de ser localizados. Entre os "nanicos", que ainda assim podem causar estragos se um deles cair na Terra, a agência diz que são mais de um milhão perto do planeta.
Agora, eles querem saber quantos desses 19.500 representam perigo real para o planeta e quais são apenas objetos flutuando no espaço.
Para se ter uma ideia, a Nasa considera como asteroides de porte médio aqueles com tamanho variável entre cem metros e um quilômetro. O suficiente para destruir uma área metropolitana.
Para chegar a essa quantificação, a Nasa estudou rochas espaciais que se encontram em órbita a partir de 195 milhões de quilômetros do Sol até o entorno da Terra. O "censo espacial" é realizado pelo programa espacial Neowise, do JET (Laboratório de Propulsão a Jato).
A boa notícia é que o número de asteroides de grande porte também diminuiu nessa última revisão de dados, caindo de mil para 981 objetos --a maior parte, ou 911, já foi identificada.
Mas nenhum desses "gigantes espaciais" coloca em perigo a Terra por pelo menos os próximos séculos, afirma a Nasa.
"O risco de um asteroide realmente grande impactar a Terra [como o que levou à extinção dos dinossauros] antes de podermos localizá-lo e darmos o alerta foi substancialmente reduzido", comentou Tim Spahr, um dos diretores do Centro Harvard Smithsonian para a Astrofísica, em Cambridge, em Massachussets, nos EUA.
Pelas contas atuais da Nasa, já foram achados 5.200 asteroides com um quilômetro ou acima disso, e outros 15 mil ainda têm de ser localizados. Entre os "nanicos", que ainda assim podem causar estragos se um deles cair na Terra, a agência diz que são mais de um milhão perto do planeta.
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