A quantidade de equipamentos abandonados, pedaços perdidos de foguetes e outros objetos que flutuam no espaço, representa uma ameaça crescente. Continuarão colidindo e ameaçando satélites e outras naves espaciais durante missões.
Um dos dejetos quase atingiu a ISS (Estação Espacial Internacional). Existe até um plano de fuga para os astronautas que se encontram na estação caso ocorra uma colisão catastrófica.
Para retirar o material, seria necessário um mutirão internacional de limpeza, cujos custos ficariam elevadíssimos.
De acordo com o Conselho Nacional de Pesquisa, a Nasa (agência espacial americana) precisa lidar melhor com o problema. Os EUA respondem por 30% dos equipamentos inutilizados.
Para se ter uma dimensão do problema, há 22 mil peças com tamanho mínimo de 10 cm flutuando lá fora.
A má notícia é que o lixão deve aumentar já que há mais países participando de lançamentos de sondas e satélites, por exemplo.
domingo, 4 de setembro de 2011
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
Turismo Espacial Num Balão?!
A empresa espanhola Zero2Infinity lança pacotes de turismo orbital, mas com uma espécie de balão, o Bloon ao custo de R$ 254 mil por pessoa.
O balão será capaz de levar seis pessoas – quatro passageiros e dois pilotos – a uma altitude de até 36 mil metros. Uma vez no espaço, ele flutuará por duas horas. O que você fará então é uma escolha sua. “Escute seu MP3, jante, beba seu drinque favorito. É sua escolha”, diz o catálogo publicitário da companhia.
Os viajantes poderão ainda escolher se querem experimentar 25 segundos de frio na barriga, enquanto o balão retorna à Terra. Se queda livre não é a sua praia, no entanto, é possível ir descendo aos poucos.
O Bloon será lançado durante a noite, segundo reportagem da BBC, para que os passageiros possam aproveitar o nascimento do Sol, visto da curvatura da Terra.
O Bloon ainda não voou com passageiros de carne e ossso, mas já realizou dois vôos experimentais, alcançando 32,9 mil metros.
Veja o vídeo a seguir:
Neste mês, a Zero2Infinity anunciou o investimento do banco La Caixa, um dos maiores da Espanha, no balão, o que deve acelerar a realização do sonho dos espanhóis, segundo o Huffington Post.
O primeiro voo comercial do Bloon está previsto, na melhor das hipóteses, para 2013, mas as passagens já estão à venda. Só é preciso ter R$ 254 mil. Vai encarar?
O balão será capaz de levar seis pessoas – quatro passageiros e dois pilotos – a uma altitude de até 36 mil metros. Uma vez no espaço, ele flutuará por duas horas. O que você fará então é uma escolha sua. “Escute seu MP3, jante, beba seu drinque favorito. É sua escolha”, diz o catálogo publicitário da companhia.
Os viajantes poderão ainda escolher se querem experimentar 25 segundos de frio na barriga, enquanto o balão retorna à Terra. Se queda livre não é a sua praia, no entanto, é possível ir descendo aos poucos.
O Bloon será lançado durante a noite, segundo reportagem da BBC, para que os passageiros possam aproveitar o nascimento do Sol, visto da curvatura da Terra.
O Bloon ainda não voou com passageiros de carne e ossso, mas já realizou dois vôos experimentais, alcançando 32,9 mil metros.
Veja o vídeo a seguir:
Neste mês, a Zero2Infinity anunciou o investimento do banco La Caixa, um dos maiores da Espanha, no balão, o que deve acelerar a realização do sonho dos espanhóis, segundo o Huffington Post.
O primeiro voo comercial do Bloon está previsto, na melhor das hipóteses, para 2013, mas as passagens já estão à venda. Só é preciso ter R$ 254 mil. Vai encarar?
Crianças "Batizam" Satélites Europeus!
O programa espacial Galileu, um projeto da União Européia na área de navegação por satélite, quer pôr em órbita um sistema para competir com o líder GPS. Os satélites que entrarem em órbita receberão o nome das crianças europeias que ganharem um concurso de desenho.
Serão feitas várias semifinais até que haja um vencedor em cada Estado membro da União Europeia (UE), como já aconteceu na Bélgica e na Bulgária, de onde surgiram os novos satélites Thijs e Natalia.
A Comissão Europeia divulgou o concurso para os demais 25 países do bloco, que serão encarregados de nomear os satélites que entrarão em órbita até 2019.
A iniciativa, dirigida a crianças de entre 9 e 11 anos de idade, pretende "estimular a criatividade e fazer com que se apaixonem pelo espaço e por suas oportunidades", afirmou em comunicado o comissário europeu de Indústria, Antonio Tajani.
O prazo para apresentar desenhos vai de 1 a 15 de novembro. Poderá se inscrever qualquer criança que more na UE e que tenha nascido entre 2000 e 2002, quando começou o programa Galileu.
O desenho terá que estar relacionado com o espaço ou com a aeronáutica e deverá ser enviado à organização através do site da Comissão Europeia. Um júri de cada país selecionará o melhor desenho e o ganhador poderá dar seu nome a um satélite europeu.
Em 2012 será realizado o primeiro dos 30 lançamentos de satélites, que serão batizados com o nome das crianças em seus respectivos idiomas, seguindo a ordem alfabética de seus países.
Serão feitas várias semifinais até que haja um vencedor em cada Estado membro da União Europeia (UE), como já aconteceu na Bélgica e na Bulgária, de onde surgiram os novos satélites Thijs e Natalia.
A Comissão Europeia divulgou o concurso para os demais 25 países do bloco, que serão encarregados de nomear os satélites que entrarão em órbita até 2019.
A iniciativa, dirigida a crianças de entre 9 e 11 anos de idade, pretende "estimular a criatividade e fazer com que se apaixonem pelo espaço e por suas oportunidades", afirmou em comunicado o comissário europeu de Indústria, Antonio Tajani.
O prazo para apresentar desenhos vai de 1 a 15 de novembro. Poderá se inscrever qualquer criança que more na UE e que tenha nascido entre 2000 e 2002, quando começou o programa Galileu.
O desenho terá que estar relacionado com o espaço ou com a aeronáutica e deverá ser enviado à organização através do site da Comissão Europeia. Um júri de cada país selecionará o melhor desenho e o ganhador poderá dar seu nome a um satélite europeu.
Em 2012 será realizado o primeiro dos 30 lançamentos de satélites, que serão batizados com o nome das crianças em seus respectivos idiomas, seguindo a ordem alfabética de seus países.
Reconstituição de formação Estelar!
Uma equipe de cientistas nos EUA reuniu fotos tiradas pelo telescópio espacial Hubble durante longos 14 anos, e criaram um filme para entender melhor o nascimento de estrelas, com jatos de gás que são lançados por três estrelas jovens.
Os jatos são criados a partir do acúmulo de gás ao redor das estrelas recém-nascidas e são emitidos a uma velocidade de cerca de 160 km/s.
Ocorrências como essas fornecem dados sobre os estágios finais (duram aproximadamente cem mil anos) do nascimento das estrelas e podem ajudar a entender como o Sol surgiu 4,5 bilhões de anos atrás.
A pesquisa é liderada pelo astrônomo Patrick Hartigan, da Universidade Rice em Houston (Texas, nos EUA).
O Hubble, projeto internacional do qual participam a Nasa e a ESA (Agência Espacial Europeia), foi lançado em 24 de abril 1990 e revolucionou as pesquisas astronômicas, afirma a Nasa.
Entre suas conquistas, captou as primeiras imagens da colisão de dois asteroides e colaborou para estabelecer a idade do Universo em cerca de 13 bilhões de anos.
Os jatos são criados a partir do acúmulo de gás ao redor das estrelas recém-nascidas e são emitidos a uma velocidade de cerca de 160 km/s.
Ocorrências como essas fornecem dados sobre os estágios finais (duram aproximadamente cem mil anos) do nascimento das estrelas e podem ajudar a entender como o Sol surgiu 4,5 bilhões de anos atrás.
A pesquisa é liderada pelo astrônomo Patrick Hartigan, da Universidade Rice em Houston (Texas, nos EUA).
O Hubble, projeto internacional do qual participam a Nasa e a ESA (Agência Espacial Europeia), foi lançado em 24 de abril 1990 e revolucionou as pesquisas astronômicas, afirma a Nasa.
Entre suas conquistas, captou as primeiras imagens da colisão de dois asteroides e colaborou para estabelecer a idade do Universo em cerca de 13 bilhões de anos.
Fotos Detalhadas de Uma Lua de Saturno!
A sonda Cassini fotografou em detalhes a superfície totalmente irregular de uma das luas de Saturno, a Hyperion, que tem 270 km de diâmetro.
Esta é a segunda vez que a Nasa (agência espacial dos EUA) obtém imagens do objeto a uma distância aproximada de 25 mil km. A primeira foi em 2005, quando ocorreu a maior aproximação a apenas 500 km.
Outra leva de fotos deve ser feita na data de 16 de setembro, quando a sonda se aproximará mais uma vez de Hyperion.
Esta é a segunda vez que a Nasa (agência espacial dos EUA) obtém imagens do objeto a uma distância aproximada de 25 mil km. A primeira foi em 2005, quando ocorreu a maior aproximação a apenas 500 km.
Outra leva de fotos deve ser feita na data de 16 de setembro, quando a sonda se aproximará mais uma vez de Hyperion.
Estudante Descobre 2 Asteróides Inéditos!!!!
Hannah Blyth, participava de um projeto de astronomia da Universidade de Glamorgan (Reino Unido) fazia um trabalho temporário durante as férias de verão.
Ela descobriu os asteróides quando recebeu como tarefa vasculhar um trecho entre Júpiter e Marte com telescópios na Austrália e na ilha de Maui, no Havaí, que são manipulados por controle remoto.
Astrônomos de Harvard, que estão verificando a descoberta, sinalizaram que um dos asteroides pode ganhar o nome da estudante.
"Seria uma honra", comentou ela. "Não estava realmente esperando me envolver com asteroides, quanto mais achar dois novos."
Ela descobriu os asteróides quando recebeu como tarefa vasculhar um trecho entre Júpiter e Marte com telescópios na Austrália e na ilha de Maui, no Havaí, que são manipulados por controle remoto.
Astrônomos de Harvard, que estão verificando a descoberta, sinalizaram que um dos asteroides pode ganhar o nome da estudante.
"Seria uma honra", comentou ela. "Não estava realmente esperando me envolver com asteroides, quanto mais achar dois novos."
Dois Buracos Negros Juntos!!!
Astrônomos da Nasa (agência espacial norte-americana) localizaram, pela primeira vez, um par de buracos negros que se encontra em uma galáxia espiral semelhante à Via Láctea.
A dupla está bem no centro da galáxia NGC 3393, que fica a aproximadamente 160 milhões de anos-luz da Terra.
Ao que tudo indica, eles são restos de uma fusão de duas galáxias de massa diferente e hoje estão distantes um do outro por 490 anos-luz --pouco em termos espaciais.
Observações anteriores já tinham fornecido indícios de que haveria um superburaco negro na NGC 3393, mas somente agora os pesquisadores confirmaram que, ao invés de um, havia dois.
"Colisões e fusões são um dos principais meios para que galáxias e buracos negros se formem", comentou o coautor do estudo, o italiano Guido Risaliti, do CfA (Centro Harvard-Smithsonian de Astrofísica) e do Instituto Nacional para Astrofísica, na Itália. "Encontrar um par de buracos negros em uma galáxia espiral é uma pista importante para entendermos como ocorrem [esses fenônemos]".
A descoberta foi possível pelo Observatório Chandra de Raios-X que, independentemente da quantidade de gás e poeira que estão ao redor dos superburacos negros, permite maior visualização do espaço.
A dupla está bem no centro da galáxia NGC 3393, que fica a aproximadamente 160 milhões de anos-luz da Terra.
Ao que tudo indica, eles são restos de uma fusão de duas galáxias de massa diferente e hoje estão distantes um do outro por 490 anos-luz --pouco em termos espaciais.
Observações anteriores já tinham fornecido indícios de que haveria um superburaco negro na NGC 3393, mas somente agora os pesquisadores confirmaram que, ao invés de um, havia dois.
"Colisões e fusões são um dos principais meios para que galáxias e buracos negros se formem", comentou o coautor do estudo, o italiano Guido Risaliti, do CfA (Centro Harvard-Smithsonian de Astrofísica) e do Instituto Nacional para Astrofísica, na Itália. "Encontrar um par de buracos negros em uma galáxia espiral é uma pista importante para entendermos como ocorrem [esses fenônemos]".
A descoberta foi possível pelo Observatório Chandra de Raios-X que, independentemente da quantidade de gás e poeira que estão ao redor dos superburacos negros, permite maior visualização do espaço.
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